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Conservar Património,
n.º 6 , 2007,
pp. 31-37

 

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Materiais poluentes e controlo da poluição no Museu da Fundação Cupertino de Miranda, Porto

Resumo

A. I. Mosca
Specanalítica, Av. São Miguel nº 249, 2775-751 Carcavelos, Portugal; Unidade de Biotecnologia Ambiental (UBiA), Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Universidade Nova de Lisboa (UNL)
alicemosca@specanalitica.com

M. F. Camões
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Departamento de Química e Bioquímica, CCMM, Lisboa, Portugal

L. E. Casanovas
CITAR – Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias das Artes da Universidade Católica Portuguesa

A Fundação Dr. António Cupertino de Miranda possui uma colecção de miniaturas de automóveis, comboios e barcos,maioritariamente constituídas por ligas metálicas à base de zinco (zamac). A interacção destas obras com os materiais que servem de suporte à exposição, essencialmente aglomerados de madeira e alcatifa, deixam adivinhar uma fragilidade que se poderá traduzir na alteração e degradação do acervo existente. Este trabalho pretendeu identificar alguns dos materiais poluentes e caracterizar as respectivas emissões, desenvolver métodos de monitorização, com baixos custos e que facilmente possam ser adoptados pelos colaboradores afectos ao museu, e propor soluções que possam retardar a degradação da colecção, mantendo as condições actuais de exposição. Entre as soluções propostas conta-se a substituição do MDF existente por MDF sem tratamentos retardadores de incêndio ou de resistência à humidade e o uso de carvão activado RB4.

Palavras-chave

Poluição; museus; corrosão; MDF;VOC; adsorventes.

Idioma

Português

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