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Conservar Património,
n.º 25, 2017,
pp. 43-55

 

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Nota
A ação do Instituto José de Figueiredo na recuperação das pinturas da coleção Gulbenkian após a inundação de 1967 do Palácio Pombal, em Oeiras

Mercês Lorena1,*, Nazaré Escobar1

1 Direção Geral do Património Cultural, Laboratório José de Figueiredo, Rua das Janelas Verdes, 37 , 1200-690 Lisboa, Portugal

* merceslorena@gmail.com

Resumo

Antes da abertura do Museu Calouste Gulbenkian em 1969, grande parte da coleção Gulbenkian encontrava-se exposta e em depósito no Palácio Pombal, em Oeiras. A inundação de 1967 foi uma das maiores calamidades que se abateram sobre esta coleção. Dos 70 quadros que se guardavam nas reservas da casa-forte, invadida por água e lama, cerca de dois terços requereram cuidados especiais, incluindo dois quadros que se julgaram irrecuperáveis: "Virgem com o Menino e Doadores", de Vittore Carpaccio, e "Ilha de S. Pietro di Castello", de Francesco Guardi. Chamado de urgência ao local, o Instituto José de Figueiredo iniciou de imediato a intervenção que certos casos requeriam, utilizando técnicas e produtos internacionalmente consagrados e comprovados pelos longos anos da sua experiência. Foi preparado um processo individual para cada obra, com a documentação fotográfica e radiográfica e uma descrição detalhada da intervenção efetuada.

Palavras-chave

Fundação Calouste Gulbenkian; Instituto José de Figueiredo; Inundação; Conservação e Restauro; Pintura Abel de Moura

Idioma

Português

DOI

10.14568/cp2016024

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Endereço persistente: http://dx.doi.org/10.14568/cp2016024


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