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Conservar Património,
n.º 25, 2017,
pp. 37-41

 

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Nota
Duas catástrofes históricas: o Grande Incêndio de Londres e o Terramoto de Lisboa de 1755 - efeitos no Património Artístico e atitudes de recuperação

Madalena Costa Lima1,2,3,*, Maria João Baptista Neto1

1 ARTIS – Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Alameda da Universidade 1600-214 Lisboa, Portugal

2 Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CLEPUL-FLUL), Alameda da Universidade 1600-214 Lisboa, Portugal

3 Cátedra Infante Dom Henrique de Estudos Insulares e da Globalização – Universidade Aberta (CIDH-UAb), Rua da Escola Politécnica, 141, 1269-001 Lisboa, Portugal

* madalena.costalima@gmail.com

Resumo

O incêndio de Londres em 1666 e o terramoto de 1755 em Lisboa contam-se entre os acontecimentos que maior destruição causaram, nomeadamente sobre o património, na Europa da Época Moderna. As circunstâncias políticas e culturais distintas das duas capitais e dos respetivos reinos traduziram-se em modos diversos de recuperar aquelas duas cidades. Não obstante as diferentes opções assumidas no plano urbanístico, observa-se que as preocupações e os preceitos de prevenção testemunhados na reedificação de ambas, bem como as práticas de demolir, reaproveitar ou reparar o património que sobreviveu aos cataclismos foram comuns. Neste artigo, consideram-se as decisões tomadas no quadro das respetivas reabilitações e as várias matizes de sensibilidade ou consciência patrimonial manifestadas nas ocasiões.

Palavras-chave

Património Arquitetónico; Demolir; Reutilizar; Consertar; Reedificar

Idioma

Português

DOI

10.14568/cp2016047

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Endereço persistente: http://dx.doi.org/10.14568/cp2016047


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